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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Me amo mais que ontem

30 abril 5 Comentários
Rejane Santos diz que ama ser magra

Hoje, me amo mais que ontem, mas nem sempre foi assim. Sabe qual é o meu segredo? Fechar os ouvidos para as pessoas que só me colocaram para baixo e em nada contribuíram para o meu crescimento pessoal. Confesso que diversas vezes me senti mal por causa de comentários e perguntas idiotas, do tipo: "Nossa, como você está magra" ou "Você está doente?".

Comentários assim, fizeram com que eu me sentisse culpada por ser magra, a ponto de rejeitar meu corpo e desejar engordar [mesmo que isso significasse que eu teria que me auto-medicar com comprimidos que prometiam "me engordar em 2 semanas"]. Vocês já devem imaginar o resultado frustante e recheado de efeitos colaterais, que poderia ter terminado em uma catástrofe.

Se você é alvo de comentários que te fazem rejeitar seu corpo, pare para pensar se é um comentário maldoso e exagerado. Faça uma auto-avaliação de si mesma e, em hipótese alguma, não se auto-medique com comprimidos sugeridos pelas suas amigas ou internet. Caso reconheça que precisa emagrecer ou engordar, procure uma nutricionista para te orientar em novos hábitos alimentares.

E, só para que saiba, não é segredo que estou pesando 49 quilos e sou muito feliz com o corpo que tenho.

Eu não poderia terminar esse texto sem deixar aquele recado para essas pessoas que amam fazer comentários com a língua afiada: Gostaria de dizer que é falta de educação fazer comentários desse tipo e, também, muito irritante para quem ouve [principalmente, se eu for a ouvinte]. Entendo que algumas pessoas realmente possam se preocupar com a saúde alheia, mas há formas melhores de demonstrar isso e ainda há a alternativa de esperar que a pessoa se expresse.

Espero que tenham entendido o recado. Beijinhos, até o próximo post.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Sorria, meu bem

26 abril 2 Comentários
Rejane Santos sorrindo

Olá, tem dia que acordo nostálgica e fico relembrando a minha infância... bons tempos. Eu morava numa vizinhança cheia de crianças para brincar e, entre tantos outros detalhes, um dos meus vizinhos eram ninguém menos que O Rei do Brega (da região). Então, por mais chato que fosse acordar escutando umas músicas nada agradáveis para uma criança, uma delas pode ter ficado no meu inconsciente.
"Sorria, meu bem. Sorria. Eu sempre lhe dizia: Quem rir por último, rir melhor. Chorar pra quê, chorar? Você deve sorrir, que outro dia será bem melhor", trecho da música interpretada por Agnaldo Timóteo ou Evaldo Braga (não sei, como saber?).
Ou, apenas por coincidência, uma mensagem semelhante a da música "Sorria, meu bem" é um dos meus lemas de vida. Afinal, chorar pra quê? Devemos sorrir, pois o amanhã será bem melhor.

Eu amo sorrir e, modéstia parte, meu sorriso é um dos mais belos que conheço. Sem contar que - exercitar os músculos da face para esboçar um sorriso - aumenta o nível da minha simpatia, cativa até o mais desconhecido, facilita a aproximação e desenvolvimento de novas amizades. Sinceramente, eu deveria ser a Miss Simpatia (risos).

O meu sorriso não expressa apenas felicidade, ele expressa amor e desprezo também. Mas, mesmo quando expresso sentimentos ruins, sorrir alivia o estresse e diminui alguns climas pesados.

Eu sei que a vida não é um mar de rosas, mas levo o meu sorriso sempre comigo. Chorar pra quê? Sorrir sempre é o melhor.

domingo, 22 de abril de 2018

Razões para também amar seus 1,60m de altura

22 abril 1 Comentários
Rejane Santos

Olá, meu nome é Rejane Santos e tenho 1,60m de altura. As vezes, essa característica se sobressai entre tantas outras porque vivemos em um mundo onde pessoas altas são admiradas. Mas, o que poucas pessoas sabem, é que há razões para que eu ame ser baixa.

Ser baixinha pode ser motivo de piadas entre amigos, mas há muitos mais benefícios que você precisa saber para se amar por ter menos de 1,70m de altura. Afinal, poucos superam o carisma de uma pessoa baixinha. Seguem aí algumas coisas que despertarão seu amor por si mesma.

SOMOS FOFAS

As pessoas tendem a nos achar fofas e fofura é sinônimo de carisma. O que nos ajuda conquistar a confiança das pessoas com facilidade. E, por sermos baixinhas, sempre temos apelidos carinhosos que passa uma imagem de menininha, independente da idade. Mas nem todas nós curtimos ser tratadas de forma infantil, não exagere conosco e tenha noção. Então, por favor, não venha me chamar de "chaverinho" ou apertar minhas bochechas.

TEMOS FAMA DE BRAVA

Temos fama de brava. Em certas ocasiões, é até uma questão super positiva. Pois as pessoas evitam entrar em discussões sem necessidade e isso poupa nosso saúde mental. Não sei de onde veio essa fama, mas não faz nenhum sentido. Afinal, somos inúmeras pessoas com personalidades totalmente diferentes. Entre nós, existem as bravas sim e eu particularmente sou uma dessas.

Aviso: Não venha me abraçar quando eu estiver brava.

SOMOS COMPACTAS

Uma grande vantagem de ser baixinha é caber basicamente em qualquer lugar. Além que nossa cama nunca será pequena demais, temos sempre colo e podemos ser carregadas nos braços por nossos namorados, maridos ou quem nós permitirmos.

Amo um abraço caloroso e receber carinho, principalmente se vier acompanhado de presentinhos. Ah, bolsas e calçados sempre serão bem-vindos.

APARÊNCIA MAIS JOVEM

Calçar 35 ou 36 nos possibilita uma variedade de estilos e as lojas sempre terão nosso número de calçado. Nosso pezinho sempre está estiloso, algumas vezes tão fofo quanto o de uma menina. Nestes momentos, teremos uma aparência bem mais jovem que o normal.

Por sinal, nós dificilmente pareceremos ter mais idade do que temos. Isso é fantástico. A única coisa chata é as pessoas tentando adivinhar nossa idade, mas isso pode ser ótimo na hora de puxar assunto e iniciar uma amizade.

SOMOS SURPREENDENTES

As expectativas das pessoas em relação as baixinhas geralmente são associadas a estatura, infelizmente diretamente proporcional. Logo, como somos muito capazes, conseguimos surpreender as pessoas mais facilmente. Em outras palavras, pessoas mais baixas são mais valorizadas e, quando surpreendemos, realmente surpreendemos.

Somos uma classificação diferente do que a sociedade prega de mulher com físico ideal, mas temos o nosso poder, nossa sensualidade, nossa personalidade e, principalmente, nosso charme em sermos baixinhas.

Por tanto, gatinha, vamos "aumentar" essa auto-estima. Afinal, somos demais.